“Devemos exercer esse sacerdócio com a pureza da alma”, com essas palavras o secretário-geral adjunto da OAB/DF e paraninfo, Cleber Lopes, resumiu seu discurso durante solenidade de entrega de carteiras, nesta terça-feira (15), na sede da Seccional. Lopes destacou que os novos advogados devem sempre atuar com dignidade, solidariedade, respeito, gratidão, lealdade e ética. “Não esperem facilidade, preparem-se fisicamente e psicologicamente porque a maratona da advocacia também exige isso para enfrentar um turbilhão de dificuldades. Não poderia dizer que a advocacia é um caminho florido, saibam que é muito difícil, mas por outro lado é extremamente prazeroso”.

O orador da turma Vitor Kozlovwsky destacou que os novos advogados devem ser “acima de tudo, justos. Façamos a justiça enxergar por igual à direita e à esquerda, garantindo futuro à juventude e segurança à velhice. Só assim diminuiremos as desigualdades e encurtaremos a distância entre o sonho da justiça e a verdade brasileira”.

Ao encerrar a solenidade, o presidente da Seccional, Juliano Costa Couto, enfatizou que os novos advogados e advogadas devem usar a carteira da Ordem com sabedoria. “A única diferença entre o sonho e a realidade é a ação. É difícil, mas vale muito a pena. Quem quer sucesso precisa ter persistência”.

Compuseram a mesa da solenidade o presidente Costa Couto; o secretário-geral da OAB/DF, Jacques Veloso; o secretário-geral adjunto da OAB/DF, Cleber Lopes; o diretor-tesoureiro da OAB/DF, Antonio Alves; o conselheiro Federal, Severino Cajazeiras; a diretora da CAADF, Daniela Caetano; os conselheiros Seccionais Ildecer Amorim; Erich Endrillo; Glauco Alves e Santos; Marcelo Martins; o presidente da Subseção da Ceilândia, Edmilson Menezes; o presidente da Subseção de Sobradinho, Marcio Oliveira; o diretor-tesoureiro da Subseção do Núcleo Bandeirante, Gilberto Nogueira; o secretário-geral do Conselho Jovem, Emmanuel Sales; o membro da Comissão de Direito Imobiliário, Anderson Machado; a ex-conselheira, Maria Claudia Azevedo de Araújo; o secretário-geral da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas, Pedro França, e o desembargador eleitoral, Eduardo Lowenhaupt da Cunha.